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Sabado, 16 de Outubro de 2021
Notícia : 13/12 - Indústria recua em 8 das 14 regiões pesquisadas
A produção industrial registrou queda em 8 das 14 regiões pesquisadas pelo segundo mês seguido, revela a Pesquisa Industrial Regional divulgada ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O resultado compara o desempenho de outubro com o de igual mês do ano passado. Na avaliação do instituto, o resultado reflete o cenário de desaceleração que marcou o comportamento da indústria no segundo semestre.

As quedas na produção ocorreram na Bahia (0,3%), Pernambuco (1,3%), Goiás (3,5%), região Nordeste (4%), Santa Catarina (5%), Paraná (6,2%), Rio Grande do Sul (6,6%) e Ceará (12,1%).

Segundo Fernanda Vilhena, economista do IBGE, a produção industrial tem sido sustentada em 2005 pela expansão dos bens de consumo duráveis (automóveis e eletrodomésticos) e semi e não-duráveis (roupas e alimentos).

Em outubro, no entanto, as quedas na produção atingiram principalmente as regiões que têm participação elevada das indústrias de bens de consumo semi e não-duráveis, como a de alimentos e bebidas no Ceará e a de calçados e artigos de couro no Rio Grande do Sul.

"É preciso esperar os dois últimos meses para verificar se vai haver a retomada da produção. Os principais resultados negativos ocorreram nos indicadores mensal e nos de longo prazo. Há uma predominância de redução no ritmo de expansão da indústria", afirma Vilhena.

Economistas estimam que a recuperação do setor deve ficar restrita a novembro e a este mês, com o aumento das encomendas para as festas do fim do ano.

A taxa acumulada em 12 meses apresenta resultados positivos em quase todas as regiões pesquisadas, exceto o Rio Grande do Sul (queda de 2,8%), mas há perda de fôlego na passagem de setembro para outubro.

A indústria de São Paulo, a de maior peso no país, com cerca de 40% da produção, avançou 5,6% em setembro e 5,2% em outubro.

Rio de Janeiro e Amazonas foram os Estados que ganharam fôlego na passagem de setembro para outubro. O Rio passou de 1,9% para 2,1%, com o crescimento da indústria extrativa, de 15,5% em relação a outubro do ano passado.

O Amazonas passou de 14,9% para 15,4%, com o aumento na produção de material eletrônico e aparelhos de comunicações, de 14,2%, com destaque para televisores e celulares.

São Paulo

Depois de registrar queda de 1,4% na produção em setembro -o primeiro recuo em 22 meses-, a produção paulista cresceu 0,9% em outubro. No acumulado do ano, o Estado registra expansão de 4,1%.

Dos 20 segmentos, 9 apresentaram taxas positivas, com destaque para farmacêutica (24,6%), refino de petróleo e produção de álcool (8,6%) e edição e impressão (9,5%). Em compensação, segmentos importantes apresentaram queda, como veículos automotores (8,8%) e máquinas e equipamentos (4,5%).

Saldo comercial já chega a US$ 1,31 bi no mês

A balança comercial brasileira registrou um saldo positivo de US$ 643 milhões na segunda semana de dezembro -dias 5 a 11. O resultado é diferença entre as exportações de US$ 2,478 bilhões e as importações de US$ 1,835 bilhão, de acordo com dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento.

O desempenho da segunda semana elevou o superávit comercial acumulado no mês para US$ 1,314 bilhão. Em novembro, o saldo foi positivo, de US$ 4,090 bilhões. No acumulado do ano, o superávit comercial está acima dos US$ 41 bilhões. O saldo positivo entre as exportações e as importações está em US$ 41,747 bilhões, um crescimento de 33,8% na comparação com o mesmo período do ano passado (US$ 31,209 bilhões). Também é maior que o superávit de 2004, que foi de US$ 33,664 bilhões.

As vendas ao exterior somam até agora US$ 111,180 bilhões, um crescimento de 22,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. Já as importações totalizam US$ 69,433 bilhões, alta de 17%.

O Ministério do Desenvolvimento prevê um superávit comercial de US$ 44 bilhões. Já o mercado financeiro espera um superávit de US$ 43,73 bilhões.

Exportação de eletroeletrônicos vai crescer 5% mesmo com dólar baixo

O dólar depreciado não afetou as exportações do setor de eletroeletrônicos. Pelas estimativas da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), os fabricantes de produtos eletroeletrônicos deverão fechar o ano com um incremento nas exportações de 5% frente a 2004. O resultado foi puxado pelas exportações de portáteis, que terão um crescimento de 29%.

"É um resultado até surpreendente considerando o impacto que as exportações de eletroeletrônicos sofreram com a queda do dólar", disse Paulo Saab, presidente da Eletros.

Na linha branca, a expansão das exportações será de 4%. Saab diz que no primeiro trimestre do ano, os fabricantes de linha branca cancelaram contratos de exportação, investimentos em linhas de produção para o mercado externo e fizeram ajustes nos quadros de pessoal.

Pelos cálculos da Eletros, as exportações do setor totalizarão US$ 705 milhões, contra US$ 671 milhões do ano passado.

"A competitividade da indústria eletroeletrônica de consumo e a atualização tecnológica dos produtos vêm superando até o obstáculo do câmbio e garantindo um crescimento das vendas ao mercado externo", disse Saab.

O saldo da balança comercial, contudo, deverá cair 8%, atingindo US$ 360 milhões --contra US$ 392 milhões em 2004. Este resultado se deve ao incremento de 23% nas importações, que devem alcançar US$ 345 milhões.
Fonte: Folha

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